Marcos Lima vê potencial de crescimento em Feira e propõe novo levantamento populacional ao IBGE
Presidente da Câmara defende dados mais próximos da realidade do município para fortalecer o planejamento e a busca por investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura

O presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, vereador Marcos Lima, apresentou um requerimento solicitando que a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento, consulte formalmente o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a possibilidade de realização de um levantamento censitário mais detalhado da população de Feira de Santana.
A proposta parte da necessidade de atualizar o conhecimento sobre o tamanho e o perfil da população do município. Para Marcos Lima, Feira de Santana vive um processo contínuo de crescimento e recebe diariamente novos moradores, o que reforça a importância de contar com informações populacionais cada vez mais precisas para orientar as decisões do poder público.
“Eu entendo que Feira de Santana tem quase 800 mil habitantes ou mais. Fiz um levantamento considerando eleitores, idosos que não votam, crianças e jovens que ainda não têm idade para votar, e acredito que temos um número bem maior”, afirmou o vereador.
De acordo com os dados oficiais do IBGE, Feira de Santana tinha 616.272 habitantes no Censo Demográfico de 2022. A estimativa populacional mais recente disponível para o município aponta 663.408 habitantes em 2026, mantendo Feira como a segunda cidade mais populosa da Bahia e registrando crescimento em relação ao ano anterior.
O IBGE explica que as estimativas municipais são produzidas anualmente e têm como referência 1º de julho. Esses números são importantes para diferentes indicadores socioeconômicos e também são utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
É justamente nesse cenário que Marcos Lima defende uma avaliação mais aprofundada da realidade populacional de Feira.
Para o presidente da Câmara, conhecer com maior precisão quantas pessoas vivem no município e onde essa população está concentrada é fundamental para que Feira possa planejar seu futuro de forma proporcional ao seu tamanho e às suas necessidades.
A atualização das informações populacionais pode contribuir para o planejamento de políticas públicas em áreas essenciais, como saúde, educação, mobilidade, infraestrutura, segurança e assistência social.
Uma cidade que cresce precisa ter sua estrutura pública acompanhando esse desenvolvimento. Na avaliação de Marcos Lima, dados mais próximos da realidade ajudam o município a dimensionar melhor suas demandas e também fortalecem a capacidade de Feira de Santana de buscar recursos e investimentos.
O requerimento apresentado pelo vereador representa, portanto, um primeiro passo: antes de qualquer definição sobre um novo levantamento, a Prefeitura deverá consultar o IBGE sobre a viabilidade técnica e institucional da realização de um levantamento censitário municipal detalhado.
“Precisamos que o IBGE faça um levantamento mais aprofundado, especialmente sobre a quantidade de habitantes da cidade, para que tenhamos um número mais próximo da realidade”, defendeu Marcos Lima.
A discussão proposta por Marcos Lima acompanha o próprio momento de transformação vivido por Feira de Santana. Como uma das principais cidades do Nordeste e segundo maior município da Bahia em população, Feira exerce forte influência econômica e regional e continua atraindo pessoas em busca de oportunidades, serviços, trabalho e qualidade de vida.
Para o presidente da Câmara, acompanhar esse crescimento com informações confiáveis é também uma forma de preparar a cidade para os próximos anos.
Mais do que saber quantas pessoas vivem em Feira, a iniciativa busca contribuir para que o planejamento da cidade esteja alinhado com a Feira de Santana real, que cresce, se transforma e apresenta novas demandas todos os dias.
A proposta reforça a atuação de Marcos Lima na defesa de um Legislativo atento aos desafios presentes e, principalmente, às necessidades de uma cidade que segue avançando.